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Tom Waits

Data de nascimento : 7 de Janeiro de 1950
Origem : Estados Unidos
Sítio oficial : www.tomwaits.com
Tom Waits

Noticias e rumores sobre Tom Waits

Matt Berninger afirmou em entrevista a revista portuguesa Blitz que acha fantástico quando fãs tatuam as letras das músicas em seus corpos. Ele mesmo já tatuou letras de Leonard Cohen e Tom Waits há 15 anos, e disse que isso é amor à música.
musica.terra.com.br | 17 de Julho de 2010
Único norte-americano na famosa trupe britânica de humoristas Monty Python e seu maior roteirista, além de diretor de filmes como Monty Python e o Cálice Sagrado (1975), entre vários outros, Terry Gilliam foi perseguido por uma inacreditável maré de azar na entrada dos anos 2000 , quando a doença de seu ator principal, o francês Jean Rochefort, problemas financeiros e até enchentes aniquilaram um projeto com o qual ele sonha há anos, The Man who Killed Don Quixote.

Por conta disso, ele ficou sete anos sem concluir um trabalho (tempo que passou entre Medo e Delírio em Las Vegas, de 1998, e Os Irmãos Grimm, de 1995). O azar voltou mais sinistro ainda durante as filmagens de O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus, em que ocorreu a morte do ator Heath Ledger, em janeiro de 2008.

Não fosse a extrema generosidade dos atores Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, talvez o filme se tornasse outro projeto abortado de Gilliam. Felizmente, a parceria entre os três, que substituíram Hedger nas cenas que faltava filmar, e o criativo diretor concluiu o filme, que foi exibido no Festival de Cannes 2009, indicado a dois Oscar (direção de arte e figurino) e nesta sexta-feira estreia no Brasil.

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus sintetiza o melhor da imaginação de Gilliam ao contar a história de uma excêntrica trupe mambembe, que percorre as ruas de Londres, liderada pelo Dr. Parnassus (Christopher Plummer). O misterioso guru convida os espectadores a entrarem numa espécie de espelho mágico, que proporciona a cada um uma viagem imaginária diferente. Alguns são lançados pelo espaço e encontram criaturas medonhas. Outros têm experiências mais prazerosas, em paisagens coloridas.

Os assistentes de Parnassus são sua filha adolescente, Valentina (Lily Cole), o jovem Anton (Andrew Garfield) e o pequenininho Percy (Verne Troyer, o Mini-me de Austin Powers). A trupe não consegue arrecadar mais do que alguns trocados a cada passagem e, não raro, tem que fugir de clientes insatisfeitos com o pavor sofrido do outro lado do espelho.

Um dia, os atores salvam a vida de Tony (Heath Ledger), que encontram dependurado pelo pescoço debaixo de uma das pontes de Londres -- uma imagem sinistra, ainda mais quando se lembra que Ledger morreu, embora não daquela maneira. O estranho está desmemoriado e passa a trabalhar no grupo, mostrando-se até eficiente como marqueteiro e na exploração de novas praças.

Se Tony tem um passado não muito edificante a esconder, pior ainda é o caso de Parnassus. Há uns mil anos -- literalmente -- ele não consegue resistir a apostar com Mr. Nick (o roqueiro Tom Waits), que é ninguém menos do que o Diabo em pessoa. Nick está chegando para cobrar o preço da última aposta de Parnassus para manter sua inacreditável longevidade: a filha dele, Valentina, que está prestes a completar 16 anos, data acertada para sua entrega a Nick. Só que ela nem desconfia disso.

Nick não é um cobrador apressado. Sabendo do fraco de Parnassus por apostas e de seu desespero para manter a filha, ele lhe proporciona uma nova chance de adiamento: propõe que o mago lhe arranje, no lugar da moça, cinco almas. E Parnassus vai à luta. Uma das melhores sequências está na passagem dos saltimbancos por um luxuoso shopping center, onde montam seu estande e proporcionam emoções disputadas a muito dinheiro por parte das frequentadoras do local.

Com a sua liberdade de imaginação e senso de ritmo, o filme caminha muito bem, levando o espectador numa viagem que tem seus momentos de suspense, diversão e até reflexão -- Gilliam é esperto demais para fazer alusões gratuitas ao bem e ao mal, ao mundo dos ricos e às fraquezas humanas. Fala de moralidade com um humanismo cínico, falando de coisas sérias com um sorrisinho, sem pretender fazer discursos, nem converter ninguém.

A própria participação dos três atores, Depp, Law e Farrell, revezando-se no papel de Tony quando ele entra no mundo imaginário de Parnassus, mostrou-se, afinal, uma solução tão boa quanto se tivesse sido planejada no roteiro. O melhor é que salvou o filme, que se torna uma homenagem ao talento de Ledger, morto precocemente, aos 28 anos.

A maré de azar de Gilliam, afinal, parece finalmente estar decolando. Até The Man who Killed Don Quixote, que ficou todos estes anos parado nas mãos da companhia seguradora, já entrou novamente em pré-produção, agora com Robert Duvall a bordo. Perto de completar 70 anos (em novembro), Gilliam parece, ele mesmo, o próprio Quixote, só que bem mais safado.

www.correiodobrasil.com.br | 6 de Maio de 2010
Divulgação Em crônicas, Marcelo Diniz conta suas experiências como bipolar Durante muito tempo, as pessoas associaram o transtorno bipolar a uma espécie de loucura. Por isso, Marcelo Diniz sentiu uma enorme sensação de alívio ao descobrir, por intermédio de uma amiga norte-americana especialista no assunto, que estava acompanhado em seu distúrbio por gente como Francis Ford Coppola, Tim Burton, Elizabeth Taylor, Jim Carrey, Tom Waits, Robin Williams, Axl Rose, Salvador Dalí, Marilyn Monroe, Elvis Presley, Winston Churchill, Isaac Newton e outros. A conclusão foi que, se entre seus semelhantes há tantos donos de currículos invejáveis, nem tudo está perdido. E a grande sacada das crônicas de Diniz foi tirar o foco dos aspectos depressivos da doença e transpor suas excentricidades do dia a dia para textos acessíveis e divertidos. Leia mais (27/04/2010 - 20h12)
redir.folha.com.br | 28 de Abril de 2010
Nove anos após o suspense Do Inferno (2001), os irmãos-diretores Allen e Albert Hughes voltam à cena, com a ficção O Livro de Eli , trazendo Denzel Washington (O Sequestro do Metrô 123 ) na pele de um heroi pós-apocalíptico. O filme entra em circuito nacional.

Ficção científica sombria, nos moldes de Mad Max (1979), com Mel Gibson, com um toque de saga de samurai, O Livro de Eli ambienta-se num futuro não muito distante, num planeta destruído e vivendo o horror da fome e do caos do inverno nuclear.

Nesse contexto desesperador, o homem é lobo do homem, e mesmo um indivíduo ético como o heroi Eli (Denzel Washington) não pode se dar ao luxo de deixar de caçar um esquálido gato para a sua subsistência - uma sequência inicial gráfica e impressionante.

Eli anda sempre sozinho neste vale das sombras, em que observa à distância, procurando esconder-se, gangues de saqueadores e estupradores dizimando tudo à sua frente.

Tranquilo e infalível como Bruce Lee e também como o mais exímio dos samurais, ele sabe sacar uma estratégica lâmina no momento certo e usar sua habilidade em artes marciais.

A referência a Bruce Lee procede literalmente - Washington foi treinado para o filme por Jeff Amata, um discípulo de Danny Inosanto, que foi aluno do próprio Lee.

Sem disparar um único tiro, o andarilho solitário desembarca num povoado com toda a cara de cidadezinha do velho Oeste, onde motoqueiros bem armados substituem os caubóis. Eli procura ali mais do que o conserto da maquininha que é sua única distração, um surrado walkman, cuja sobrevivência depende agora dos dotes do sr. Fixit (o roqueiro Tom Waits, visto em Sobre Café e Cigarros).

A presença do estranho provoca alvoroço no líder do povoado, Carnegie (Gary Oldman, Harry Potter e a Ordem do Fênix). Chefão de um bando de gângsters, Carnegie, quem diria, cultua livros e está precisamente à procura de um - uma Bíblia do Rei James, a primeira tradução inglesa da Bíblia, de 1611. E também acredita que a preciosa edição possa estar na bagagem que Eli carrega com tanto cuidado.

A partir desse enfrentamento entre Eli e o bandido literato, duas mulheres passam a ter importância na trama - a esposa de Carnegie, Claudia (Jennifer Beals, Flashdance), e especialmente sua filha, Solara (Mila Kunis, da série That 70s Show) que, de um jeito ou de outro, vai colar em Eli e tornar-se uma parceira tão indesejada quanto providencial.

Nesta altura, o filme assume mais diretamente a sua vocação de aventura, com muita ação nas estradas poeirentas e uma parada estratégica na casa de dois simpáticos velhinhos, Martha (Frances de la Tour) e George (Michael Gambon).

Morando na única habitação de pé no meio do nada, o casal preserva alguns confortos da destruída civilização, como aparelhos de som e porcelana para o chá. Mas, para a saúde de Eli, Solara e sua missão, é bom ficar de olhos bem abertos para estes velhinhos. Eles não têm nada de inofensivos. E aí, também, os irmãos Hughes mostram um humor negro bem ao estilo de Quentin Tarantino.

www.correiodobrasil.com.br | 19 de Março de 2010
Divulgação A pianista e cantora Cida Moreira, que apresenta ao público músicas de Tom Waits No roteiro desta terça-feira (15), o Guia da Folha Online listou seis shows. A sugestão é a a apresentação da cantora e pianista Cida Moreira, que interpreta canções do norte-americano Tom Waits, no Sesc Vila Mariana (região sul paulistana). Leia mais: Cacai Nunes
Pernambucano criado em Brasília, o violeiro imprime características pop à música caipira e regional, e mostra, principalmente, faixas de seu primeiro disco, "O Avesso" (2006).
Informe-se sobre o evento Leia mais (15/12/2009 - 09h53)
redir.folha.com.br | 15 de Dezembro de 2009
A compositora, cantora e multi-instrumentista, Shara Worden, apresenta, esta quarta-feira, às 21:00, na Sala Principal do Teatro São Luiz em Lisboa, o seu projecto “My Brightest Diamond”, onde a música sai de misturas que poderiam juntar Tom Waits com Maurice Ravel.


feeds.tsf.pt | 2 de Dezembro de 2009
A compositora, cantora e multi-instrumentista, Shara Worden, apresenta, esta quarta-feira, às 21:00, na Sala Principal do Teatro São Luiz em Lisboa, o seu projecto “My Brightest Diamond”, onde a música sai de misturas que poderiam juntar Tom Waits com Maurice Ravel.


feeds.tsf.pt | 2 de Dezembro de 2009
LOS ANGELES - Os artistas independentes Bjork e Tom Waits vão estrear no MySpace. ( Associated Press )
info.abril.com.br | 24 de Novembro de 2009
O estádio Giants ouviu seus últimos sha la las ao menos, o tipo amplificado com dezenas de milhares de vozes cantando juntas na noite de sexta feira, quando Bruce Springsteen fez seu concerto final, antes do estádio ser demolido. Durante o programa de três horas, o coro de vozes preencheu Working on a Dream, deste ano, a canção de 1984 Darlington County e a música de Tom Waits Jersey Girl, o grand finale que Springsteen chamou de última dança do estádio. Foi a 24ª apresentação de ...
musica.terra.com.br | 13 de Outubro de 2009
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